Resenha: Nunca Jamais #01 (Never Never)

Título: Nunca Jamais #01
Autoras: Colleen Hoover e Tarryn Fisher
Sinopse:
Charlize Wynwood e Silas Nash são melhores amigos desde pequenos. Mas agora, são completos estranhos. O primeiro beijo, a primeira briga, o momento em que se apaixonaram… Todas as recordações desapareceram.
Charlie e Silas precisam trabalhar juntos para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com eles e o porquê. Porém, quanto mais eles aprendem sobre quem eram, mais questionam o motivo de estarem juntos para começo de conversa.



Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Fevereiro foi um mês bem conturbado e corrido para todas nós e, como alguns de vocês já sabem, eu mudei de emprego e estou me adaptando a nova rotina e tentando inserir o blog nela de um jeito agradável a todos. 

Esta semana eu comecei a ler o livro Nunca Jamais #02 e isso me impulsionou a começar a migração dos posts que fizemos no blog antigo, porque a resenha da parte #01 estava lá. 

Então, sem mais delongas...

A trama começa com Charlie “acordando” na sala de aula sem se lembrar de absolutamente nada a seu próprio respeito e nem sobre onde ela está. Ela é guiada pelos corredores da escola até o refeitório onde se encontra com Silas que, ao que parece, é seu namorado. Porém, apesar dele parecer enturmado no grupo, ela percebe nele reações e expressões como as dela; e depois de investigar um pouco descobre que ele está passando pela mesma situação e também está sem memórias.
Eles decidem que é melhor ficarem juntos para tentar descobrir o que está acontecendo com eles e como recuperar as memórias que perderam e não contam a ninguém o que estão passando, ficam mantendo as aparências e “interpretando” Charlie e Silas, pessoas que eles não se recordam ser e que até mesmo não concordam com algumas atitudes.

O livro é narrado em primeira pessoa por Silas e por Charlie, que se alternam a cada capitulo, expondo seus pontos de vista, sentimentos e até mesmo seus conflitos internos enquanto tentam descobrir como recuperar a memória perdida e, ao mesmo tempo, aceitar e compreender o “novo-eu” um do outro e de si próprios.
O ponto em questão é que Charlie e Silas se amavam e eles precisam descobrir o que aconteceu com eles que fez tudo se perder. Eles tentam compreender quem eram mesmo não concordando com todos os seus antigos atos enquanto abraçam o presente cheio de novas sensações e descobertas.

Uma rajada de vento sopra, e a saia e o cachecol esvoaçam, mas ela parece não se incomodar.
Nem pisca. Está perdida nos próprios pensamentos.
E eu me perco nela.

Não posso falar muito mais da trama sem acabar entregando tudo, haha. Mas tem partes em que o leitor começa a sacar antes mesmo dos personagens algumas coisas por causa de umas brechas que são dadas por outros personagens e aí nós mesmos começamos a criar teorias mirabolantes dos acontecimentos e uau, eu adoro livros assim! Livros em que tem um mistério por trás e que você tem que realmente pensar além de se deixar levar pela escrita maravilhosamente fluída dessas grandes autoras.

Confesso que se eu não fosse uma leitora compulsiva de livros da Colleen, eu não saberia diferenciar o que foi escrito por ela do que foi escrito pela Tarryn (até porque ainda não li nenhum livro da Tarryn)… e não saber quem escreveu o que torna a história ainda melhor porque ressalta a grandeza delas em criar algo coeso e com sintonia mesmo pensando de maneiras diferentes e tendo hábitos diferentes de escrita e personalidade.

Eu adorei o livro e indico-o fortemente!
Além da leitura ágil e gostosa de acompanhar, ele tem um conteúdo rico em explanar e enaltecer os sentimentos das personagens. Essa é uma característica que eu gosto muito nos livros da Colleen e acredito que a Tarryn tenha uma maneira bem parecida de fazer a mesma coisa, já que o livro tem uma sintonia maravilhosa.

Nunca Jamais, Never Never no original, é dividido em três partes e eu já estou completamente agoniada querendo ler as continuações. Nunca antes eu havia detestado tanto um “Continua…” no fim de um livro. 
Ele acaba num momento em que, aaaah, te faz querer desesperadamente continuar a leitura, num clímax muito bom.  Estou revoltada! Como elas podem fazer isso conosco?! hahaha.
Ainda bem que agora eu já tenho a parte #02 em mãos, rsrs.

Nota:



O post original desta resenha foi feito em 25/02/2016 e você pode conferi-lo clicando aqui!
Logo trarei a continuação e estarei reclamando de novo em esperar pelo restante.

Boa leitura a todos!
Beijos.
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