Quatro por 4: O caminho para casa

Oi gente, tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo! Voltando à ativa!
Hoje apresentamos mais uma leitura do nosso querido projeto.

Esse livro foi indicado pela Bia, do blog Books and Birds. Vamos lá?!

Título: O caminho para casa
Autora: Kristin Hanna
Tema central: Romance
Sinopse:
Durante 18 anos, Jude pôs as necessidades dos filhos em primeiro lugar, e o resultado disso é que seus gêmeos, Mia e Zach, são adolescentes felizes. Quando Lexi começa a estudar no mesmo colégio que eles, ninguém em Pine Island é mais receptivo que Jude.
Lexi, uma menina com um passado de sofrimento, criada em lares adotivos temporários, rapidamente se torna a melhor amiga de Mia. E, quando Zach se apaixona por ela, os três se tornam companheiros inseparáveis.
Jude sempre fez o possível para que os filhos não se metessem em encrenca, mas o último ano do ensino médio, com suas festas e descobertas, é uma verdadeira provação. Toda vez que Mia e Zach saem de casa, ela não consegue deixar de se preocupar.
Em uma noite de verão, seus piores pesadelos se concretizam. Uma decisão muda seus destinos, e cada um deles terá que enfrentar as consequências – e encontrar um jeito de esquecer ou a coragem para perdoar.
O caminho para casa aborda questões profundas sobre maternidade, identidade, amor e perdão. Comovente, transmite com perfeição e delicadeza tanto a dor da perda quanto o poder da esperança.

Análise da Camila, do blog A Bookaholic Girl:
“O caminho para casa” foi um livro que me tirou o chão. Mesmo depois de finalizar a leitura fiquei um tempo tentando digerir tudo, abalou as minhas emoções.
Eu não tinha conhecimento sobre a escrita e estilo da autora e acredito que fui pega de surpresa em alguns momentos. Durante a primeira parte do livro há sinais da tragédia que vai acontecer, e até me pareceu um pouco entediante. Entretanto, um detalhe crucial me fez pensar que talvez nada seria da forma que eu esperava. A partir de então, Kristin Hannah enfia uma faca em no meu coração e só para quando parece que o destroça por completo. Eu até cheguei a pensar que talvez todas as tragédias fossem forçadas, mas no final todas as pontas se conectam e funcionam como um bálsamo para as minhas feridas abertas. Narrado em terceira pessoa e com personagens muito marcantes, a leitura flui facilmente mesmo com a abordagem de temas tão pesados, mas necessários para reflexão.
O livro é um prato cheio para aqueles que amam uma boa história que leva às lágrimas, não se enganem, muitas lágrimas.


Análise da Bia, do blog Books and Birds:
Uma história surpreendente, marcante e intensa!
Lexi desde nova conheceu o sofrimento de perto. Devido ao vício da mãe em drogas, passou por inúmeros lares adotivos e quando começava a se acostumar com a nova família, sua mãe chegava e recuperava sua guarda. A situação somente se alterou quando ela perdeu a mãe e foi morar com a tia avó Eva, uma senhora simples, de poucas palavras, mas com um grande coração. Receosa por começar em um novo local e escola, ela se surpreende ao conhecer Mia, uma jovem sem preconceitos e muito doce. Com a nova amizade, conhece Zach, irmão gêmeo de Mia, por quem se apaixona desde o primeiro instante. Lexi é acolhida não somente pelos gêmeos, como também pela família toda. Jude é a típica mãe coruja que acompanha a vida dos filhos de perto e tenta sempre ser mais amiga do que mãe. Miles é um pai tranquilo que apoia a juventude sem tanta pressão e acaba deixando para Jude as broncas. Mia, Zach e Lexi se tornam tão inseparáveis que após uma tragédia, não somente a amizade de ambos se altera, como a vida de todos na cidade.
Tive que parar várias vezes durante a leitura para respirar fundo, a história é repleta de altos e baixos, a cada novo capítulo uma emoção diferente. Um romance que mostra a importância e força que a amizade, maternidade, amor e acima de tudo que o perdão possui.
Se eu gostei? Sim! Indico? Com certeza! A escrita da autora é muito cativante e a história desencadeará inúmeras discussões e reflexões.


Análise da Geo, do blog Inícios Marcantes:
A autora descreve a história de forma lenta e bem detalhada e por esse motivo fiquei meio presa nos dois primeiros capítulos. Mas do terceiro em diante, foi só amor (e sofrência!). O livro é dividido em duas partes, na primeira conhecemos a família Farraday, vemos o zelo e carinho de Jude, a mãe extremamente coruja, o pai Miles, e os gêmeos Mia e Zach. E também conhecemos Lexi, uma garota sofrida, que cresceu em lares adotivos e fica encantada em conhecer os Farraday. Logo Lexi se torna melhor amiga de Mia, e acaba entrando para a família. Vemos também Lexi e Zach nutrirem um sentimento muito lindo um pelo outro. E então chega a parte dois e acaba com meu psicológico! Sofri e chorei junto com a Jude e a Lexi (e tenho que admitir que fiquei com raiva por alguns momentos do Zach). Cinco anos depois de uma tragédia que marcou todos eles, recebemos lições de perda, amor, perdão (e de como tentar chorar em público sem chamar atenção! hihi) Fiquei na bad várias vezes durante a leitura! A narrativa da Kristin é carregada de emoção, super indico!


Minha análise
O fato do livro ser em terceira pessoa me desmotivou a ler já na primeira página. Mas vamos lá. Ao fim do primeiro capítulo, já não conseguia mais largar esse livro! E foi assim até o fim. O livro é barra pesada para o coração. Se prepara que é tenso.
O livro conta a história da família Farraday, comandada pela mãe Jude e da melhor amiga da família, Lexi. A primeira pancada acontece quando Lexi entra na história, se tornando melhor amiga de Mia, filha de Jude. E isso é só o começo.
É impossível falar desse livro sem spoiler, então vou me concentrar nos personagens e não na trama em si. Jude e Miles são os melhores pais para os gêmeos Zach e Mia. A família Farraday é abastada e os pais esperam o melhor futuro para seus filhos, naturalmente. Jude é a mãe preocupada, que está sempre antenada ao que acontece com os gêmeos e percebemos que a amizade dos pais com os filhos é bem bacana. Miles é o pai mais despreocupado, que acha que os filhos devem curtir a juventude e deixa as decisões “chatas” para Jude. Zach e Mia são metades de um todo; são tudo o que dizem de gêmeos: se completam, se entendem, se sentem e dependem um do outro, mas tem personalidades muito diferentes. Enquanto Zach é o popular do colégio, Mia é retraída e não tem amigos. Até Lexi chegar.
Lexi é órfã, viveu a vida em lares temporários e mal sabe o que significa ser amada, coisa que sua tia-avó Eva a mostrou quando acolheu Lexi em sua casa (um trailer caindo aos pedaços). Apesar da infância de Lexi, ela sempre teve esperanças de um futuro de amor e sempre pensou nas outras pessoas em primeiro lugar. E todo esse amor de Lexi foi sentido pelos Farraday. A família a acolheu e a tomou como da família quando se tornou a melhor amiga de Mia, e assim os Farraday e a tia Eva se tornaram tudo que Lexi tinha.
A partir daí, só tenho um aviso: você vai chorar. Vai chorar porque coisas vão acontecer, vão mexer com seu psicológico porque apesar de ser um livro, poderia muito bem ter acontecido com você ou com alguém próximo. Vai chorar porque você espera que as coisas se acertem, que as pessoas perdoem e que voltem a se amar novamente.
Você chora porque surge a Grace, uma menininha linda que traz nas suas feições a lembrança de uma pessoa que todos querem esquecer, porque Grace traz nos olhinhos lembranças do que todos eram antes.
Até a metade do livro eu não entendia qual era o foco, porque a sinopse não diz quase nada. Até a metade do livro eu não sabia de que lado ficar, de quem sentir raiva ou de quem sentir compaixão. Mas depois entendi qual a moral da história: perdoar para voltar a amar.


E aí, o que acharam das nossas impressões? Compartilhe com a gente o que achou!
Eu volto voltando esse mês! Além de resenhar, vou indicar! Será que vamos curtir?

O livro escolhido é:


Título: A química que há entre nós
Autora: Krystal Sutherland
Editora: Globo Alt
Ano: 2017
Edição: 1
Número de páginas: 272
Tema central: Romance




Vamos ler com a gente?

Beijos!

0 comentários:

Deixe seu comentário