Resenha: Corte de Espinhos e Rosas

Título: Corte de Espinhos e Rosas
Autora: Sarah J. Maas
Sinopse:
Depois de anos sendo escravizados pelos feéricos, os humanos enfim se rebelaram; mas a liberdade tem seu preço e, em meio a batalhas épicas, um Tratado é forjado para selar a paz e determinar os espólios de guerra. Uma muralha mágica então separa as espécies. Do lado feérico, mistério; do humano, apenas medo, desconfiança e dificuldade.
Num mundo sem futuro ou esperança, Feyre, filha caçula de um mercador humano falido, se torna caçadora para sustentar a sua família. Dura como as flechas que carrega, letal como sua pontaria, ela abandona as fantasias de garota pela árdua vida nas florestas ao redor de sua aldeia. Sua única alegria é observar as cores e sonhar em capturá-las. Mas, na floresta coberta de neve, tudo é branco e árido; como o ódio pelos feéricos que carrega no coração; como as telas que não pode comprar ou colorir. Até que um enorme lobo cruza seu caminho… Sem hesitar, Feyre dispara… uma flecha. Um ato de rebelião.
Após matar o lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para além do muro, para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia por meio de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, Grão-Senhor da Corte Primaveril. Um feérico com um segredo, escondido sob uma máscara.
À medida que ela aprende mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade a uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas, e Feyre deve provar seu amor para detê-la… ou Tamlin e seu povo estarão condenados.
Hoje estou trazendo a resenha de um livro que foi lido pelo nosso Projeto Quatro por 4 em 2016, porque estou resenhando a sequência da série, então é pertinente migrar o começo desta aventura da Sarah Destruidora de Corações J. Maas na minha vida, rs. :)
Além disso, me sinto no direito e complementar a resenha, tornando-a mais "pessoal" desta vez - como eu havia citado no post do ano anterior, eu tenho muito mais a dizer e talvez ainda assim eu não expresse tudo como gostaria. 

Vamos lá, então?

Em Corte de Espinhos e Rosas, conhecemos a história de Feyre, uma humana que, após matar um feérico, é feita de prisioneira por Tamlin, Grão-Senhor de uma Corte Feérica, e tem que pagar com a própria vida pela que tirou. 
A autora cria várias jogadas e situações em que você é levado a pensar de uma maneira e depois surgem grandes e surpreendentes revelações que te fazem querer devorar ainda mais a trama. Quando você acha que entendeu o que está acontecendo, ela vem e “haha, te peguei” rsrs. E ela não faz só isso com a personagem, ela faz com a gente que está lendo também e da mesma forma… nós descobrimos todos os segredos juntamente com a personagem. Além disso, ela retrata muitíssimo bem os ambientes em que tudo ocorre, levando o leitor a realmente imaginar tudo aquilo com perfeição. 

É uma história que você não consegue parar de ler até acabar, completamente envolvente, além de ter uma leitura gostosa e fluida. A narração em primeira pessoa colabora com este envolvimento com a leitura, apesar de nos deixar restritos à visão de Feyre.

Por diversas vezes me peguei pensando "Será que é isso mesmo? Não é possível", pois ela retrata sutilmente um amor que nasce entre uma prisioneira e seu captor, chegando a lembrar levemente da trama de A Bela e Fera, mas indo muito além disso. Mostrando o que as pessoas são capazes de fazer por amor e também para alcançar seus objetivos.
Saindo somente de um romance para uma grande aventura por seu universo, com um grande desafio a ser vencido - por ela e pelo povo - contra Amarantha, que subjugava o povo feérico há décadas.
Porém, o romance entre Feyre e Tamlin não me convenceu muito, pela personalidade de Tamlin, e por diversas vezes acreditei que ela combinasse mais até mesmo com o Lucien - braço direito do Grão-Senhor.

Os personagens são extremamente cativantes e a história te envolve de uma forma incrível demais! Me apaixonei pelos personagens e em especial pelo Rhysand e pelo Lucien, que são completamente diferentes e imperfeitos, mas marcantes, cada um a seu modo. 
Sem contar a Feyre, que me surpreendeu com sua garra e determinação ao lutar por seu amor, mesmo quando ela parecia não ter mais chances, mesmo quando suas falhas a prejudicavam muito. 

Eu jamais diria aquilo; nunca deixaria que ela ouvisse aquilo, mesmo que me matasse. E se aquela seria a minha ruína, que fosse. Se aquela seria a fraqueza que me destruiria, eu a acolheria com todo o coração. – Feyre

Finalizo dizendo que é um livro que vale MUITO a pena ler, pois ele é fantástico do tema à obra em si!

Nota:



O post original desta resenha foi feito em 02/02/2016 e contém todas as visões e resenhas dos demais blogs participantes do projeto. Você pode conferi-lo clicando aqui.

Boa leitura!
Beijos,
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