Resenha: Perto o bastante para tocar


Título: Perto o bastante para tocar
Autora: Colleen Oakley
Sinopse:
Uma jovem alérgica ao toque de humanos. Da autora de Antes de partir Jubilee Jenkins é uma jovem com uma condição médica rara: ela é alérgica ao toque de outros humanos. Depois de uma humilhante experiência de quase morte na escola, Jubilee tornou-se uma reclusa, vivendo os últimos nove anos nos confins da pequena Nova Jersey, na casa que sua mãe deixou quando fugiu com um empresário de Long Island. Mas agora, sua mãe está morta, e, sem seu apoio financeiro, Jubilee é forçada a sair de casa e encarar o mundo do qual tem se escondido — e as pessoas que o habitam. Uma dessas pessoas é Eric Keegan, um homem que acabou de se mudar para a cidade por causa do seu trabalho e que está lutando para descobrir como sua vida saiu dos trilhos. Até que um dia, ele conhece uma mulher misteriosa chamada Jubilee.




Oi gente, tudo bem? Tudo belezinha aqui também.
Dando continuidade à minha série, hoje vamos falar de Jubilee e Eric. Ah Eric!
Comecei a ler o primeiro livro dessa autora, Antes de partir, mas confesso que a leitura não engatou. Talvez pelo tema ou talvez pela fluidez da história. Mas com Perto o bastante para tocar, a situação foi completamente oposta.
Perto o bastante para tocar não foi suficiente para mim! Li torcendo absurdamente por coisas que nem imagina que seriam possíveis. Nem Jubilee sabia que era possível! E apesar de muito bizarra a condição dela, esse livro é todo corações.
Eu penso que esse livro fala de como lidamos com as dificuldades: enfrentando-as ou sucumbindo a elas. E Jubilee, apesar de todos os medos de encarar a vida após a morte da mãe, não desistiu em nenhum momento de tocar sua vida.
O primeiro dia em que teve que sair de casa foi difícil, e Jubilee acabou deixando para outro dia. Mas a necessidade fez com que encarasse o mundo e eu acho que ela foi super bem! Conheceu pessoas, reencontrou outras e arrumou um emprego.
Em paralelo, conhecemos a história de Eric: divorciado, pai de uma adolescente que não fala com ele e um garoto que ainda não superou a morte dos pais biológicos. À vida de Eric, podemos acrescentar a falta de jeito com o filho e as dificuldades que encontra ao mudar de cidade.
Quando as vidas de Jubilee e Eric se cruzam, coisas acontecem instantaneamente. E é lindo! Jubilee tem sentimentos e pensamentos que antes não faziam falta, até porque Jubilee sempre soube o que pode e o que não pode fazer. E para Eric, coisas que ele nem sabia que podia sentir mais, afloraram ao conhecer Jubilee.
O primeiro encontro de Jubilee e Eric acontece em uma situação bem delicada, que envolvia o filho de Eric, Aja. Aja é um garoto introvertido, que ainda não superou a perda dos pais biológicos e não sabe como lidar com o luto. E por isso, tem uma obsessão absurda por super poderes que o deixa em várias encrencas. Ao longo da leitura entendemos a lógica de Aja e nesse momento eu quis pegar esse garotinho no colo e nunca mais soltar.
Assim como Aja, outros personagens tem papel fundamental na história de Jubilee e Eric, como a antiga colega de escola de Jubilee e a irmã de Eric.
É uma história de amor sim, com momentos engraçados e dolorosos, e que apesar de ser uma doença fictícia nos mostra que sempre há alternativas. Parece clichê, mas não há barreiras para o amor. Literalmente.
Tem final feliz sim! Não me desculpo pelo spoiler, porque você nem pode imaginar como acaba! O grand finale é perfeito.

Boa leitura.

Beijos

Nota:


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