Resenha: Tudo e todas as coisas

Oi gente, tudo bem? Por aqui, tudo bem também.
Mais um capítulo da série de sempre. Mas na verdade, meu foco nem é a resenha em si, porque ontem assisti o filme e OMG!! É fofo demais!
Leia até o fim que tem bônus!
Quer saber como é? Vamos lá!


Título: Tudo e todas as coisas
Autora: Nicola Yoo
Sinopse:
“Uma história emocionante que sai da mesmice e explora as esperanças, os sonhos e os riscos inerentes ao amor em todas as suas formas.” – Kirkus Reviews
Tudo envolve riscos. Não fazer nada também é arriscado. A decisão é sua. “A doença que eu tenho é rara e famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Não saio de casa. Não saí uma vez sequer em 17 anos. As únicas pessoas que eu vejo são minha mãe e minha enfermeira, Carla. Então, um dia, um caminhão de mudança para na frente ¬da ¬casa ao lado. Eu olho pela janela e o vejo. Ele é alto, magro e está todo de preto: blusa, calça jeans, tênis e um gorro que cobre o cabelo. Ele percebe que eu estou olhando e me encara. Seu nome é Olly. Talvez não seja possível prever tudo, mas algumas coisas, sim. Por exemplo, vou me apaixonar por Olly. Isso é certo. E é quase certo que isso vai provocar uma catástrofe.”



Oi gente, tudo bem? Eu estou ótima, pois consegui sair do “bloqueio de leitura” em que eu me encontrava! Apesar da lista sempre quilométrica e das milhares de indicações que recebemos, nenhuma leitura estava engatando.

Enfim que isso acabou! E isso se deve à este livro, que esperei ANSIOSAMENTE por um mês INTEIRO pelo lançamento.

A sinopse me encantou, atiçou minha curiosidade, deu alertas na minha cabeça de que eu iria chorar horrores (não sei por que) e tive a impressão de que ia adorar.

E realmente adorei. Algumas partes. Vou explicar por que.

Madeleine tem aquela doença do menino-bolha: tem alergia a tudo e todas as coisas. Explicando melhor, algumas coisas servem como gatilho de uma reação alérgica bem forte, mas não tem como prever qual será esse gatilho. Por isso, ela vive protegida do mundo, vivendo numa casa totalmente estéril e tendo sua mãe como médica particular. Além da mãe, tem uma enfermeira particular, que a verifica de hora em hora e com quem cria lindos laços de amizade e respeito.

Madeleine á uma garota sozinha, sem amigos, não frequenta a escola e a única companhia que tem são seus livros e a internet. E esporadicamente recebe a visita de um tutor, que a avalia como em uma prova. E estava tudo OK para ela até o momento.

Até que Olly se muda para a casa em frente à dela, e chama sua atenção por sua beleza e seu modo peculiar de se comportar. Madeleine passa a observar a família, e como toda adolescente, começa a se interessar por Olly, mesmo sabendo ser impossível algo acontecer sem que ela adoeça.

A amizade nasce com a troca de mensagens instantâneas e depois com um encontro pessoalmente, na casa de Madeleine, depois de ele passar por um processo rigoroso de desinfecção. Mesmo sem se tocar, nem falar muito perto, Madeleine e Olly se dão super bem, e depois desse encontro, a amizade se fortalece.

E então Maddy se apaixona por Olly e Olly se apaixona por Maddy. E as coisas realmente ficam complicadas e nem preciso dizer por que. Encontros (às escondidas da mãe e supervisionadas pela enfermeira) acontecem e beijos surgem (às escondidas de todos), assim como as incertezas de um futuro.

No desenrolar das coisas, a mãe descobre e a proíbe de ver, falar , conversar ou mesmo trocar mensagem com Olly. Maddy se revolta e resolve fugir. E Olly, é claro que a ajuda.

Viajam juntos e passam momentos mágicos, até que Maddy adoece e tudo desanda. Eu, frustrada, já estava esperando pelo pior a essa altura. Mas eis que surge o parecer de uma médica que te faz questionar. E é aí que chega a parte do livro que eu não adorei.

Não adorei não pelo que aconteceu em si, até porque – não vou contar – a coisa é boa, dentro do possível. Mas o desenrolar e explicação do motivo do porque de toda essa novela deixaram a desejar. Foi mais ou menos assim: sabe o que você leu atá agora? Então, não era bem assim. Porque eu quis, não vou te explicar.

OK esse não ser o foco do livro, mas acabou sendo o que motivou o final. Então eu gostaria de um pouco mais de detalhes e de algumas respostas, ficou uma coisa bem corrida, como se não tivesse importância. Mas enfim.

O final é lindinho; fala de reencontro, de se achar, de se conhecer e de estar com quem se gosta. Simples assim.

A escrita é deliciosa, cheia de devaneios, gráficos e citações. Dá pra ler de um dia pro outro de tão gostoso. 😉

Nota:




Boa leitura.


EDITANDO:
Sobre o filme
Caraca, a adaptação do livro ficou perfeita! Conseguiram mostrar todas as partes essenciais (que são fofas pra caramba) sem encher linguiça ou sair do original.
Os atores principais, que nunca tinha visto em nenhum outro filme, ficaram perfeitos no papel! Senti a inocência da adolescência, o medo do desconhecido e a ânsia em descobrir novos mundos. São atores jovens e com muito talento.
A produção do filme é sem palavras! As cenas produzidas em torno do bate-papo de Maddy e Olly são lindas e bem produzidas, assim como a trilha sonora que arrebentou!
Só tenho elogios quanto ao filme, e olha que geralmente não gosto de adaptações!
Super indico!

Essa á a capa especial por conta do filme. Babem!

Compartilhe conosco se já leu ou assistiu ao filme e nos conte o que achou!
Beijos e bom filme!
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