Resenha: Não se apaixone por mim

Oi gente, tudo bem? Tudo bem também.
Já falei que livro chato nem comento, né? Ah tá, só pra você não achar que gosto de tudo que leio!
Pois bem, vou falar de mais um livro gracinha que li. É um romance clichê, engraçado e dá uns arrepios de vez em quando.
Quer conhecer também?

Título: Não de apaixone por mim
Autora: L. C. Almeida
Sinopse:
Zoe Saint é uma professora de literatura decidida a mudar de vida. O primeiro passo? Contratar o lindo e tatuado Mash White, seu amor platônico do Instagram, como personal trainer.
Depois de conhecer um pouco sobre sua nova cliente, Mash assume também o desafio de ajudá-la a deixar de ser um desastre social e se transformar numa mulher segura e confiante. A única coisa que pede em troca é que Zoe não se apaixone por ele.
Entre os conteúdos previstos para as aulas estão: vencer a timidez indo a um show de rock e conhecer os membros da Black Road, banda mais famosa do mundo, sair em um encontro às cegas com um ganhador do Pulitzer e, por que não, passar por uma transformação completa?!
Mas Mash tem seus próprios problemas, com sua família, sua aparência e um grave caso de coração partido para superar. Ao longo desse mês juntos, eles vão descobrindo mais sobre o outro e uma forte conexão nasce ali, entre flexões, xícaras de café, agachamentos e lasanhas.
“Não se apaixone por mim”.
Qual dos dois se arrependerá dessa promessa primeiro...
Quem a fez? Ou quem a exigiu?

Minha primeira impressão ao conhecer Zoe é que seria aquela mocinha sem graça, coitadinha da vida, mas tive uma bela surpresa ao conhecer uma mulher linda e determinada. Apesar de ter a auto estima muito baixa e não gostar do que vê no espelho, Zoe absorve muitíssimo bem todas as dicas de seu personal trainer e começa a acreditar mais em si mesma muito rápido.
Será correria na escrita ou grande influência do personal? Tanto faz, porque é legal ver sua própria aceitação.
Mash é um chato! Fica o tempo todo falando "não se apaixone por mm", parece um disco riscado. E achei bem prepotente da parte dele, pois pouco fez para evitar isso. Claro que não mandamos no sentimento das pessoas, mas cada vez que dizia isso, dava a impressão que implorava pelo contrário.
Como todo clichê, a atração física é a primeira coisa a surgir. Mas com a convivência, acabam descobrindo elementos muito mais interessantes do que a aparência um do outro.
Descobre-se, por exemplo, que Zoe tem um senso de humor único e tato zero ao interagir com outros humanos. E isso é hilário, principalmente quando conhece seus ídolos da banda Black Road. Até o sedentarismo de Zoe é divertido.
- Excelente. Posso ter seu telefone, para o caso de algum imprevisto? - Se Dante Hayes pode ter meu número? Caramba! Pode ter até meu rim.
Já Mash é chato. Já falei isso? Nossa, ele sim tem minhocas na cabeça, e isso fica claro quando a razão pela qual ninguém pode se apaixonar por ele é revelada. Não é meu personagem favorito do livro, mas ainda sim tem sua beleza.
Não se apaixone por ele, subconsciente. Você também não. Já basta eu.
A trama é simples, sem muita elaboração, mas é romance que enche os olhos e te faz suspirar algumas vezes. Tem humor na medida certa e sacadas inteligentíssimas.
É o tipo de livro que você lê para esquecer do stress do momento.

Beijo

Boa leitura!

Nota:


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