Resenha: Depois de Você

Queridos leitores, como estão? Eu estou um pouco decepcionada com o livro que acabei de ler e desmotivada... Mas não abalada o suficiente para desistir da minha lista de leituras que vocês já devem ter visto aqui no blog, né?

O livro que eu trago hoje para vocês hoje é “Depois de você”, de Jojo Moyes.
Muitos de vocês já devem ter ouvido falar nesse livro, que é a sequência de “Como eu era antes de você”, e como em todas as continuações, é impossível não falar desse livro sem citar a primeira obra, e falar sobre fatos dela, o que me leva a aconselhar a quem não leu o primeiro livro, e pretende ler, deixar essa resenha para um próximo momento.

Bora conhecer?


Livro: Depois de Você
Autora: Jojo Moyes
Sinopse:
Quando uma história termina, outra tem que começar.
Em Depois de você, Lou ainda não superou a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do terraço. O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la. Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.

Todos que tiveram contato com a obra “Como eu era antes de você” sabem o quanto Louisa Clark lutou para que Will não se entregasse a morte, e continuasse com vivo junto dela. Porém, Will não foi essa a opção dele que interrompeu sua vida em uma clínica, através de um suicídio assistido, o que desestabilizou a vida de Lou, que busca recomeçar... E é sobre esse recomeço que o livro “Depois de você” fala. 


Com o suicídio de Will, Louisa recebe uma certa quantia deixada por ele que permite que ela faça viagens, conheça Paris e decida, por fim, viver em Londres. A essa altura da história, tanto Lou, quanto a família Traynor está desestabilizada, e buscando seguir em frente. 

Ao iniciar sua nova vida longe do passado que a ligava a Will, Lou começa a trabalhar em um pub de um aeroporto. O trabalho não era o de seus sonhos, mas era o suficiente para te ajudar a seguir por um novo caminho. O suficiente para recomeçar. Vivendo sozinha em seu apartamento em Londres, ela pode compartilhar de sua solidão com algumas taças de vinho... E, em uma das noites que ela bebia, e se revoltava por estar levando algo que ela não considerava “vida”, Lou decide ir até o terraço de seu apartamento, onde ela sente a impressão de estar sendo observada, isso a apavora, ela perde o controle, se desequilibra, cai e acorda com um cordão cervical em seu pescoço. 

É fato que uma queda é sempre um risco, que pode mudar nossos destinos, e no caso de Lou, pode mudar mais do que ela seria capaz de imaginar. Ao cair, ela foi socorrida pelo paramédico Sam, um homem aparentemente doce, que ficou ao seu lado nesse momento de desespero. 

Com sua recuperação lenta, Louisa Clark precisa passar uns dias na casa dos pais, até que esteja apta a voltar para sua rotina. E, como sua família não acredita que seja apenas uma queda, mas sim uma tentativa de suicídio, sugerem que ela frequente um grupo de terapia de luto, para superar a falta que Will faz em sua vida. Lou acata o pedido, busca frequentar o grupo na esperança de que sua vida volte aos trilhos, e ao começar a essa tentativa ela reencontra Sam. 

Tudo parece estar caminhando para normalidade, a não ser por um detalhe: uma parte de seu passado bate a sua porta, e lhe traz todas as lembranças que ela tentava esquecer. O que Lou não imaginava era que aquela visita repentina iria causa muitos problemas para o futuro. 

“...Por mais enlouquecedor que seu comportamento fosse, eu não podia ficar brava [...] Ela não alimentava mágoas, nem as guardava. Ficava agressiva, se embebedava, fazia sabe Deus o que para tentar esquecer.” 

Embora o livro tenha uma leitura leve, narrado em primeira pessoa, e com diálogos (que é algo que eu gosto bastante), não consegui ficar presa a leitura, não existia aquele “Q” de interesse de continuar e descobrir o que aconteceria no próximo capítulo. O final seria aparentemente previsível, e fiquei imensamente feliz ao me surpreender, o que me fez ficar interessada em ler a continuação. 

Mesmo que não seja um dos livros favoritos que já li, e não tenha conseguido superar a primeira história, o livro apresentou uma busca por superação, força e, acima de tudo, nos mostra que diante de algumas situações embaraçosas de nossa vida, nem tudo está perdido. Há sempre uma chance de recomeçar. 

“...Nenhum de nós segue em frente sem olhar para trás. Seguimos em frente sempre levando aqueles que perdemos. O que temos a intenção de fazer em nosso pequeno grupo é assegurar que trazê-los conosco não é um fardo impossível de carregar, um peso que nos mantém empacados no mesmo lugar...” 
Mais uma vez, te aguardo para me contar o que achou da resenha, e do livro.

Nota: 







Boa leitura!
Até a próxima!
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