Resenha: O ar que ele respira

Oi, gente! Tudo bem?
Bom, não podia deixar de compartilhar essa história (e esse homem! haha) maravilhosa com vocês. Me apaixonei por eles, e espero que vocês também gostem!

Título: O ar que ele respira
Autora: Brittainy C. Cherry
Sinopse:
Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim.



O livro já me conquistou por ter a narrativa intercalada entre Tristan e Elizabeth, apresentando alguns acontecimentos passados aos poucos na história, de modo que possamos entender os dois lados e como cada um foi parar ali onde estava.

Após a morte do marido, Elizabeth passou um tempo morando na casa da sua mãe, com sua filha. Decide, então, que é a hora de retomar o controle da sua vida e voltar para a própria casa, pelo bem da pequena Emma. E aí ela esbarra em Tristan, seu novo vizinho ~ e ouso dizer que as coisas não começaram de um modo agradável.

"A pior parte de perder uma pessoa amada é que você também se perde."

Tristan é solitário e inacessível. Insiste em manter uma fachada de durão. Os dois vivem se repelindo, até descobrirem que são mais semelhantes do que pensavam. E, juntos, mas de uma forma um tanto errada, um ajuda o outro a se reerguer.

"— Quando eu voltar, vou construir a biblioteca dos seus sonhos, com aquelas escadas altas e tudo mais. E depois vou fazer amor com você entre a Odisseia e O Sol é para Todos."

Lá no começo a autora já dá uma ideia do que está por vir, mas nem de longe isso torna as coisas mais fáceis quando enfim são postas à mesa. Eu não chorava com um livro desde "Diário de uma paixão" e isso me pegou desprevenida.
A escrita da autora é tão pura, tão tocante, que em cada página ou você suspira pelo Tris, ou deixa uma lágrima escorrer pela história dos protagonistas.

"Pensei que teria tempo, mas às vezes o amanhã nunca chega e você acaba sozinho com as memórias do passado."

É difícil por em palavras o que esse livro me transmitiu. É sobre amor e superação. Sobre amizade, perdão. Sobre como um beijo na chuva pode não ser tão clichê. (haha) Mas, sobretudo, fala da perda e da sensação de impotência quando algo tão precioso quanto a família nos é tirado de modo tão brusco.
E ver a maneira como duas pessoas tão traumatizadas conseguem ainda seguir em frente, nos reitera de que ainda se pode acreditar nesse tipo de sentimento.

Nota:





O que acharam deste livro e da escrita da autora em geral? Compartilhem conosco suas opiniões!
Até a próxima, boa leitura!
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